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sexta-feira, 19 de março de 2010

Sem dificuldade, São Paulo despacha lanterna Nacional e assume liderança

 A missão do São Paulo para esta quinta-feira não era das mais complicadas. Para assumir a liderança do grupo 2, a equipe paulista necessitaria de um triunfo sobre o frágil Nacional-PAR, que havia perdido os três primeiros jogos na Libertadores. Em campo, não houve surpresas. Sobrando em campo, o São Paulo venceu por 3 a 0, no Morumbi.

O êxito representou a 50ª vitória do São Paulo no Morumbi em Libertadores, desde 1972. São 15 participações no torneio, recorde entre os clubes brasileiros. Com nove pontos ganhos, a equipe tricolor superou o Once Caldas, com oito pontos. Monterrey, com cinco pontos, e Nacional, nenhum ponto, completam a chave.

“Eles [Nacional] perderam pontos para todos os outros. Portanto, tínhamos que fazer o nosso dever. E fizemos isso muito bem em casa. Assumimos a liderança e já temos que pensar no Paulista. Não tem moleza”, destacou Dagoberto, em entrevista ao Sportv.

Indiferente à questão do “jogar bonito”, o São Paulo seguia a receita das partidas anteriores. Muitos toques no meio-campo, pouca infiltração e excesso de jogadas pelo alto, sobrecarregando Washington. A estratégia novamente funcionou. O time completou seu sexto jogo sem derrota no ano, com cinco vitórias e um empate.


Em apenas 3 minutos, o São Paulo trocou a tensão pela euforia. Foram dois gols, com Dagoberto, de cabeça, aos 29 min do primeiro tempo, e Léo Lima, aos 32 min, aproveitando passe dado por Washington.

O São Paulo sobrava em campo. Aos 9 minutos dos segundo tempo, foi a vez de Washington marcar, aproveitando drible de Richarlyson sobre o goleiro Caffa.

O Nacional, que até esboçou endurecer a partida nos primeiros minutos de jogo, seguia sem ameaçar o São Paulo na segunda etapa. O time paulista, por sua vez, só não ampliou a goleada por preciosismo. Washington, por exemplo, desperdiçou cabeceio frente a frente com Caffa.


Com vitória definida já no começo da segunda etapa, o Nacional abriu mão do “estilo” Libertadores. Nada de catimba e jogadas violentas.

Ricardo Gomes aproveitou o sossego no marcador para dar maior ritmo a Fernandinho, Cicinho e Rodrigo Souto, que entraram durante a partida.

Nos minutos finais, sobraram gritos de “olé” vindos das arquibancadas a cada toque ou drible dos jogadores são-paulinos. O Nacional não esboçava qualquer reação.



SÃO PAULO 3 X 0 NACIONAL-PAR



São Paulo

Rogério Ceni; Jean (Cicinho), Alex Silva, Miranda e Junior Cesar; Richarlyson (Rodrigo Souto), Hernanes, Cleber Santana e Léo Lima; Washington (Fernandinho) e Dagoberto

Técnico: Ricardo Gomes

Nacional-PAR

Caffa; Piris, Miers e Miranda; Rojas (Arturo Aquino), Irala, Cáceres, Riveros, Mazacote (Victor Aquino) e Paniagua; Beltrán (Bordón)

Técnico: Ever Almeida

Data: 18/03/2010, quinta-feira

Local: estádio Morumbi, em São Paulo/SP

Árbitro: Darío Agustín Ubriaco (URU)

Auxiliares: Carlos Esteban Pastorino (URU) e William Casavieja (URU)

Cartões amarelos: Riveros (NAC) Rodrigo Souto (SP)

Público pagante: 31.411 torcedores. 50 não pagantes

Renda bruta: R$ 907.065,32

Gol: Dagoberto, aos 29 min do primeiro tempo, Léo Lima, aos 32 minutos do primeiro tempo, Washington, aos 9 do segundo tempo.

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