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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Time do Flamengo em 2011

domingo, 26 de dezembro de 2010

Soberania permanece


Divulgado na Folha de São Paulo deste domingo (26), o Ranking da Folha 2010 - provavelmente o mais preciso do futebol nacional, técnica e historicamente – apresentou novos números. Após a primeira significativa reformulação dos critérios da lista, criada em 1996 e organizada pelo jornalista Rodrigo Bueno, um dado permanece inalterado: a soberania são-paulina.

Com 909 pontos, o Tricolor segue como primeiro do Ranking, 17 pontos à frente do Flamengo, na segunda posição, e quase 200 pontos à frente de Santos e Corinthians, respectivamente o 4o. e 6o. colocados.

Tricampeão Mundial e da Libertadores, o São Paulo FC lidera com larga folga, também, a divisão internacional do Ranking, que computa todos os torneios internacionais considerados: o Tricolor aparece com 315 pontos, 140 à frente do Cruzeiro, que ocupa a segunda posição.

A lista privilegia os critérios técnicos na pontuação das diversas competições documentadas, preservando as características esportivas e históricas de cada torneio acima de critérios oficiais / políticos.

Assim, o Campeonato Brasileiro segue como a competição nacional mais importante e melhor pontuada. Há a unificação dos segundos torneios da Conmebol. Supercopa, Copa Mercosul, Copa Conmebol e Copa Sul-Americana contam com a mesma pontuação. Já competições que não tiveram sequência ou não conseguiram grande representatividade não são computadas, como a Copa Rio, a Copa Ouro, as Copas Master da Supercopa e da Conmebol, a Copa Suruga e a Supercopa do Brasil.

Além disso, para entrar na lista, era preciso um time ser campeão ou vice de uma disputa nacional. Agora, isso foi estendido para competições internacionais. Assim, 34 clubes figuram no atual Ranking.

Não são computadas na lista, que premia a excelência, as participações em divisões de acesso.

Confira o Ranking:

Suicídio duplo

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Feliz Natal São Paulino

Liedson está na mira do São Paulo

Após fracassar na tentativa de segurar Ricardo Oliveira, Sampa poderia liberar Dagoberto para ter Liedson.
Desde o fim da temporada o São Paulo vinha tentando manter Ricardo Oliveira, no entanto não teve sucesso com o os árabes do Al-Jazira e já passa a pensar em outra opção para o ataque. De acordo com o jornal português A Bola, Liedson,  atualmente no Sporting (POR), seria o alvo são-paulino para 2011.
Para conseguir a liberação do atacante o Tricolor estaria disposto a liberar Dagoberto para o clube português. A imprensa portuguesa ainda destacou a performance do atacante do São Paulo nesta temporada, onde marcou 15 gols e deu nove assistências. Liedson tem mais um ano e meio de contrato com a equipe de Lisboa, mas vê com bons olhos um retorno ao Brasil.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

O ENEM dos jogadores de futebol

A nova musa do Timão

É pequeno pimpolho, quando o assunto é futebol, é difícil mensurar a competência dos clubes e etc. Mas aí já é apelação…
Corinthianos zoando tanto o São Paulo e um atleta do clube dá uma dessas (de novo?!)
Quem é o bambi agora?
PS: Quero ver algum são paulino vir xingar todo ofendido, só falta…

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Puta Sacanagem! - Humor Tadela

domingo, 19 de dezembro de 2010

Tri mundial do São Paulo completa 5 anos, e Lugano posta 'diário do título'

O São Paulo se tornou tricampeão mundial em 18 de dezembro de 2005, quando derrotou o Liverpool na final do Mundial de Clubes, no Japão. Para celebrar os cinco anos da conquista, o ex-zagueiro do time, o uruguaio Lugano, escreveu uma “carta”, onde dá detalhes do dia em que o time paulista conquistou a façanha.

Mineiro marcou o gol único do jogo. Mesmo pressionado pelo time inglês, o São Paulo suportou à pressão do adversário, tendo em Rogério Ceni uma das figuras mais importantes na partida. O goleiro foi eleito o melhor da competição.
Ao site oficial do São Paulo, Lugano, atualmente defendendo o Fenerbahce, fez um diário do dia 18 de dezembro de 2005.
A defesa tricolor estava afinada, destaca o jogador em campo. “Não tomaríamos gol de jeito nenhum”


Confira o texto escrito por Lugano:
O dia 18 de dezembro de 2005 com certeza ficará guardado pra sempre na minha memória. Lembro de tudo como se fosse hoje. Aquele jogo não sai da cabeça um minuto sequer. Posso dizer que a alegria que senti naquele dia é comparável a do nascimento dos meus três filhos: Nicolás, Thiago e Bianca.
Lembro perfeitamente de cada detalhe daquele dia. Lembro de como acordei, das sensações que senti, do que passou pela minha cabeça, da saída do hotel para o estádio, da chegada e do desembarque da equipe, do clima no vestiário, de tudo.

Numa partida como essa a concentração é ainda mais importante e eu estava muito focado. Pensava na minha família, nos meus amigos, no meu país, na minha cidade e é claro nos milhões de são-paulinos que estavam no Brasil torcendo por nós.
Tudo passa pela cabeça num momento decisivo. Todas as dificuldades que você superou para alcançar seus objetivos vêm na mente numa hora dessas. É o que te motiva a ir além, a brigar, a lutar, a seguir em busca do que você deseja.
Por isso o foco em ser campeão era maior do que tudo. Aquele time era assim. Nosso grupo era unido, era guerreiro, era lutador. Você olhava pra cada um dos jogadores e sabia que todos ali dariam a vida por você. Isso faz um time ser campeão. Esse era o diferencial da nossa equipe.
Lembro que fomos assistir o primeiro jogo do Liverpool no Mundial de Clubes e saímos impressionados. O time deles era muito bom. Técnica e taticamente eles vinham muito bem na competição. A vitória por 3 a 0 sobre o Saprissa demonstrou as dificuldades que teríamos na final.
Mas nem isso foi capaz de deter nosso time. Nós sabíamos também da nossa força. Sabíamos que aquele título poderia e tinha que ser nosso.
Quando começou o jogo e o time reagiu bem a toda pressão sofrida tive ainda mais certeza de que seríamos campeões. A vibração de todos em campo, a entrega, a luta. Não tinha como voltar pro Brasil sem aquele troféu.
No gol do Mineirinho foi uma festa só. Fiz questão de atravessar todo o campo para dar um abraço nele. Ele é um cara fantástico, merecia esse premio. Uma sensação ótima tomou conta do time, mas sabíamos que não estava nada ganho e por isso seguimos firmes, fortes na defesa, com muita marcação de todo mundo que estava em campo.
As defesas do Rogério são inesquecíveis também. Acho que poderíamos jogar por muito mais tempo que o título seria nosso. A gente não tomaria gol de jeito nenhum. Não tinha como não ser tricampeão naquele jogo.


No último lance do jogo lembro que disputei no alto com o Crouch, ela passou e o outro jogador chutou pra fora. Ali veio finalmente a sensação do título. Quando o juiz apitou corri com o Fabão pra abraçar o Rogério e todos os jogadores vieram na sequência. É o melhor sentimento mundo.
O longo tempo de trabalho, tudo que planejamos e organizamos durante o ano de 2005 foi recompensado. Não poderia deixar de lembrar todos que ajudaram durante todo o caminho e em especial ao presidente Marcelo Portugal Gouvêa, a quem serei grato pra sempre.
Hoje com certeza terá comemoração aqui na Turquia.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Mazembe 2-0 Internacional, Mundial de Clubes 2010 Abu Dhabi

O rap que o Rafinha fez pro Internacional 0 x 2 Mazembe

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Gostei do troféu do Inter

Ronaldinho Gaucho Assina com Palmeiras

rsrsrs, só se for assim mesmo..........

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Mundial de Clubes 2010

R. Sóbis chora, Alecsandro não dorme e Inter tem dia de luto em Abu Dhabi
O ambiente é pesado, com clima de velório e tristeza maciça. A delegação do Inter tenta assimilar o baque de ter entrado para história negativamente. No hotel, os jogadores confirmam que a derrota ainda está martelando na cabeça. O atacante Rafael Sóbis, ao falar com um torcedor, caiu no choro. Alecsandro afirma não ter dormido e Tinga aumenta a lista dos afetados pela insônia.
“Acredito que ninguém conseguiu dormir. A gente fica vendo o jogo de novo, pensando no que poderia ser feito. Foi horrível, estou triste demais. No futebol, quando se vê o jogo depois é porque se perdeu”, conta Tinga.
Depois de uma rápida passagem pela academia, os atletas atenderam os repórteres. Na conversa, Alecsandro disse não ter tido descanso no quarto. “Noite? Que noite?”, dispara.
Logo depois, Rafael Sóbis foi abordado por um torcedor, na parte externa do hotel. O camisa 11, que sonhava com o título que não pode participar em 2006, conversou atentamente com o colorado.
Com o cenário paradisíaco na sua frente, o jogador identificado com o Inter chorou. Horas depois, a delegação foi liberada. Os primeiros a sair foram o goleiro Lauro, ao lado de Índio e Alecsandro.
Alguns minutos depois surgiu um grande bloco, liberado por Bolívar. O técnico Celso Roth saiu ao lado de familiares. Guiñazu deixou o local sozinho, antes da dupla de jovens Oscar e Daniel.
Nas ruas de Abu Dhabi, poucos colorados. Até pela maior concentração ser em Dubai. Mas aqueles que caminham com a camisa do clube gaúcho procuram explicação, se reunem e reavaliam a partida contra os africanos.
O Inter segue em Abu Dhabi. No sábado os gaúchos encaram o perdedor de Internazionale e Seongnam na disputa do terceiro lugar do Mundial de Clubes da Fifa 2010.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

CBF iguala Taça Brasil e 'Robertão' a Brasileiro. Santos e Palmeiras viram octas

Bahia, Botafogo, Cruzeiro e Flu passam a ter mais um título nacional no currículo. Pelé se torna recordista de Brasileiros, com seis conquistas


A CBF decidiu reconhecer os títulos da Taça Brasil e do Torneio Roberto Gomes Pedrosa como conquistas nacionais, os equiparando ao Campeonato Brasileiro. Com a decisão da entidade, Santos e Palmeiras passam a ser os detentores do maior número de títulos brasileiros - oito cada -, superando São Paulo e Flamengo, que têm seis (considerado o título da Copa União de 87 para o clube carioca). A informação foi publicada inicialmente no blog "Primeira Mão".
Bahia, Botafogo, Cruzeiro e Fluminense também passam a ter mais um título brasileiro cada no currículo.

O Santos é o maior beneficiado com a posição da CBF e passa a ter reconhecidos como títulos nacionais cinco triunfos na Taça Brasil, disputada de 1959 a 1968, e um no "Robertão", também chamado de Taça de Prata (realizado de 1967 a 70). O Palmeiras, com mais quatro títulos incorporados (dois de cada competição), também se torna octacampeão. Em 1967, o Alviverde venceu as duas competições.

Com a decisão, o Bahia passar a ser considerado oficialmente o primeiro campeão brasileiro, mérito que pertencia até então ao Atlético-MG, vencedor do Campeonato Brasileiro de 1971.
A posição da CBF faz com que Pelé se torne "hexacampeão brasileiro", se tornando recordista, superando Andrade e Zinho, que possuem cinco Nacionais. O Rei do Futebol disputou quatro Brasileiros (71 a 74), mas não conseguiu a taça. Mas comandou o Santos nas cinco vitórias na Taça Brasil (61/62/63/64/65) e no Torneio Roberto Gomes Pedrosa de 68.
A equiparação das competições era defendida pelas diretorias de Bahia, Botafogo, Cruzeiro, Fluminense, Palmeiras e Santos, que entregaram um dossiê para a CBF, apresentando argumentos para tentar o reconhecimento das conquistas.

Veja os títulos que a CBF vai passar a contar na lista de campeões nacionais
Taça Brasil

1959 – Bahia
1960 – Palmeiras
1961 – Santos
1962 – Santos
1963 – Santos
1964 – Santos
1965 – Santos
1966 – Cruzeiro
1967 – Palmeiras
1968 – Botafogo
Torneio Roberto Gomes Pedrosa / Taça de Prata

1967 – Palmeiras
1968 – Santos
1969 – Palmeiras
1970 – Fluminense

Isso para mim é uma tremenda palhaçada, porque não reconheceu isso no inicio do campeonato brasileiro, deixa pasaar decadas e muda.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

De que e feita a tinta?

Só fui aprender isto, ou me dar conta disto, em um workshop que fiz em 1998, já com cinqüenta anos de idade. Assim, pode ser que você já saiba, mas para mim, até lá, tinta era tinta, e ponto. Contentava-me em usá-la ...
Mas neste workshop aprendi que tinta era uma coisa mais rica do que imaginava, composta de pigmento, aglutinante e carga. E isto me “abriu a cabeça” para a possibilidade de explorar de forma muito mais efetiva o recurso das tintas.
Os Pigmentos
O pigmento é o que confere a cor propriamente dita. Toda e qualquer tinta possui pigmento, e ele é que vai determinar se a cor vai ser vermelha, violeta, azul ou outra qualquer. Em sua maioria são de origem inorgânica e se constituem em um pó, mais barato ou mais caro, dependendo de sua origem. Existem também pigmentos em pó de origem sintética, de tão boa qualidade quanto os tradicionais e quase sempre mais baratos.
O pigmento mais barato que se encontra no mercado brasileiro é comercializado com o nome “Pó Xadrez” e é encontrado normalmente em lojas de tintas. Como as cores disponíveis são muito poucas (normalmente preto, amarelo ocre, azul, marrom e verde) o artista que se dispuser a utilizá-las deverá também comprar dióxido de titânio, que é o pigmento branco, além de pequenos frascos também da marca “Xadrez”, com pigmento já dissolvido em emulsão e com cores mais vivas.
Desconfio um pouco destes líquidos, pois além do pigmento já estar algo diluído, pode estar sendo utilizado algum corante (de origem orgânica) que tenderá a esmaecer sob a ação do tempo e da luminosidade. Ainda não ouvi ninguém se queixando disto, mas o seguro morreu de velho, não é?
Os Aglutinantes
Tudo fica mais interessante quando começamos a falar do aglutinante. Sua função, além de gerar uma película contínua, é a de “colar” o pigmento na superfície pictórica. Misturado ao aglutinante, o pigmento se distribui igualmente e se torna em emulsão, mais ou menos pastosa, o que nos permite aplicá-la (a emulsão) na superfície pictórica. O aglutinante é que determina a técnica que estamos utilizando e, dentre inúmeros, pode ser gema de ovo, óleos, resina acrílica, goma laca, resina vinílica, ceras, caseína, e por aí vai...
Na pré-história os artistas em suas pinturas rupestres se utilizavam de gordura animal, água e até sangue, para fixar os pigmentos de suas pinturas nas paredes das cavernas.
Na Antiguidade e até um pouco antes da Renascença só eram conhecidos como aglutinantes o carbonato de cálcio, para afrescos, e a gema de ovo, usada para pinturas normalmente sobre madeira. Este tipo de trabalho era conhecido como “têmpera de ovo”.
Somente no Renascimento foi que se começou a utilizar o óleo de linhaça, já então em painéis de madeira com linho esticado, que hoje conhecemos como a técnica de “óleo sobre tela”.
Posteriormente, uma técnica que se tornou popular foi a aquarela, cujas pastilhas são feitas através da mistura de pigmentos com goma arábica (alguns dizem que em verdade é goma adragante).
A partir do início do século XX começou-se a utilizar a resina acrílica como aglutinante, possibilitando o uso da tinta acrílica, tão popular hoje em dia.
A Carga
A carga é o terceiro elemento que vem compor a tinta, e normalmente é utilizado para tornar o seu custo mais barato. Trata-se de um elemento inerte que é adicionado a mistura do pigmento com o aglutinante, diminuindo a concentração do pigmento. Normalmente, nas tintas de menor custo a adição de carga é maior.  Elementos utilizados como carga são o carbonato de cálcio, sulfato de bário, talco, pirofilita e outros.
No entanto a carga pode ser utilizada para fins mais nobres, tal como quando misturamos gel à tinta que estamos usando para conseguir efeitos especiais em nossas pinceladas.
Enfim...
Muitos professores de pintura optam por dar suas aulas fazendo com que seus alunos se utilizem de pigmentos e aglutinantes em vez de tintas industrializadas. É muito comum a técnica da “têmpera vinílica”, onde a resina vinílica (Cascorez, por exemplo) é usada como aglutinante, normalmente dissolvida em um pouco de água.
Em meus últimos trabalhos tenho utilizado esta técnica. Começo a partir de agora a experimentar a resina acrílica, imaginando que vá conseguir resultados iguais, ou melhores...

domingo, 5 de dezembro de 2010

Curintias no ENEM

Olha o curintians

Fluminense Bicampeão Brasileiro de 2010

Meus parabéns!!!!!!!!!!SAS

Pq não foi assim o Campeonato todo?

O brilho que o São Paulo não conseguir ter durante o ano de 2010, o time apresentou na goleada sobre o Atlético-MG, por 4 a 0, neste domingo, no Morumbi. Descompromissado e com boa atuação ofensiva, o Tricolor não deu chances para o Galo e venceu com gols de Ilsinho, Lucas, Marlos e Renato Silva, em duelo válido pela última rodada do Campeonato Brasileiro.
Gol do São Paulo
São-paulinos comemoram gol na vitória sobre o Atlético-MG, no Morumbi 
 
Com o estádio recebendo menos de 10 mil pessoas, sob chuva na capital paulista e em um jogo que pouco valia para as duas equipes, o time do técnico Paulo César Carpegiani fechou a temporada deixando os seus torcedores um pouco mais animados. O São Paulo terminou o Brasileirão na nona colocação, com 55 pontos, 16 a menos do que o campeão Fluminense.
Já o Atlético-MG, apesar da derrota, garantiu a vaga na Copa Sul-Americana de 2011 (o Tricolor também já havia assegurado a classificação), beneficiado pelo tropeço do Avaí. Lucro para uma equipe que esteve na zona do rebaixamento durante boa parte do torneio. O time comandado por Dorival Júnior fechou o campeonato 13ª posição, com 45 pontos.

Tricolor soberano em campoMesmo atuando com uma equipe repleta de reservas, o São Paulo dominou o primeiro tempo diante de um Atlético-MG que entrou em campo com os titulares, mas teve atuação fraca. A constante movimentação de Ilsinho e Lucas, responsáveis por armar as jogadas no meio-campo, junto com a velocidade de Marlos e Lucas Gaúcho, no ataque, envolveram a zaga atleticana.
O Tricolor marcou três gols e poderia ter feito até mais antes do intervalo, se não fosse as defesas do goleiro Renan Ribeiro em finalizações de Marlos e Lucas Gaúcho. Já o Galo não mostrou forças para chegar à frente e evitar a boa exibição dos donos da casa.
O placar foi aberto aos 27 minutos com um gol de Ilsinho, que chutou cruzado da entrada da área após boa jogada de Marlos pela direita. Aos 31, Lucas arriscou de fora da área e fez o segundo. O terceiro gol saiu aos 41, também de longe, em um chute colocado de Marlos.

Goleada confirmadaTentando reagir, o técnico Dorival Júnior fez a terceira substituição antes do início da segunda etapa, colocado o meia Ricardinho no lugar do atacante Obina. Antes, já havia trocado o volante Zé Luís, machucado, por Fabiano, e o lateral Rafael Cruz pelo atacante Neto Berola,.
Mas as esperanças do time mineiro de uma recuperação na partida esfriaram rápido demais. Logo a 1 minuto, o zagueiro Renato Silva cabeceou para o fundo das redes após cobrança de escanteio: 4 a 0.
Preocupado em sofrer uma goleada ainda maior, o Galo recuou, o Tricolor diminuiu o ritmo e o confronto caiu de qualidade. Mesmo assim, o time de Carpegiani só não marcou o quinto porque Marlos perdeu um gol incrível.
Depois de se agitarem bastante nas arquibancadas com os quatro gols da equipe, e com o gol do título do Fluminense no Engenhão, os torcedores são-paulinos também aplaudiram bastante Jorge Wagner, que deixou o campo aos 38 minutos. O jogador foi abraçado pelos companheiros no gramado em sua última partida pelo clube, já que está de saída para o Kashiwa Reysol-JAP. Após o apito final, mais festa no Morumbi, não pelo desempenho do time no ano, mas valeu pelo jogo de despedida.
 
SÃO PAULO 4 X 0 ATLÉTICO-MG
Rogério Ceni; Jean, Xandão, Renato Silva e Jorge Wagner (Diogo); Zé Vitor, Carlinhos Paraíba (Sérgio Mota), Ilsinho e Lucas; Marlos e Lucas Gaúcho (Casemiro)Renan Ribeiro; Rafael Cruz (Neto Berola), Jairo Campos, Cáceres e Leandro; Zé Luís (Fabiano), Serginho, Renan Oliveira e Diego Souza; Obina (Ricardinho) e Diego Tardelli
Técnico: Paulo César CarpegianiTécnico: Dorival Júnior

Gols: Ilsinho, aos 27min, Lucas, aos 31min, Marlos, aos 41min do primeiro tempo, e Renato Silva, a 1min do segundo tempo.

Cartões Amarelos: Diego Tardelli e Fabiano (Atlético-MG)

Público: 9.782 pagantes. Renda: R$ 190.281,59

Local: estádio do Morumbi, em São Paulo (SP). Data: 05/12/2010.
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (Fifa-RJ). Auxiliares: Dibert Pedrosa Moisés (RJ) e Rodrigo Pereira Joia (RJ)

"Uma imagem vale por mil palavras"

100 Anos

100 Títulos internacionais

100 Estádio

100 Copa São Paulo

100 Carnaval

100 Dança dos Famosos

100 Paulista

100 Brasileiro

100 Libertadores

100 Mundial
100 TER NADA!

São Paulo rende homenagens a Ceni, Jorge Wagner e Carlinhos Neves

São Paulo rende homenagens a Ceni, Jorge Wagner e Carlinhos Neves

O último treino do ano no CT do São Paulo teve clima de despedidas e homenagens. Após a atividade, o goleiro Rogério Ceni ganhou uma pequena estátua para marcar os seus 20 anos de clube. Além disso, o meia Jorge Wagner e o preparador físico Carlinhos Neves, que estão deixando o Tricolor, receberam placas por seus serviços prestados.

Jorge está se transferindo para o Kashiwa Reysol, do Japão, após dois anos no Tricolor. Já Carlinhos Neves irá se dedicar exclusivamente à Seleção Brasileira. A diretoria são-paulina considerou que não seria possível para Carlinhos conciliar CBF e clube e decidiu não renovar o vínculo do preparador, que tinha dez anos de Morumbi (oito ininterruptos).
Como a homenagem aos que se despediram foi feita antes de Rogério receber o seu presente, o goleiro brincou quando tirou as camisas que encobriam a estátua.
- Vamos tirar logo a foto. Como eles estão homenageando quem está saindo, daqui a pouco vão querer me tirar também...
Na base da escultura, uma placa mostra os números do capitão: em 20 anos, 947 jogos, 705  como capitão, 93 gols marcados, 11 gols em Taças Libertadores, o principal artilheiro tricolor na competição.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Ranking do Campeonato Brasileiro até 2010

Histórico São Paulino

Campeões Brasileiros

Reformulação para o SPFC em 2011

Era tudo perfeito. Até ontem, o time que melhor contratava, a melhor base do mundo, a melhor comissão permanente, a melhor estrutura, a melhor diretoria, o melhor técnico, o melhor estádio e o melhor time.

Bastaram 2 anos sem títulos camuflando problemas para tudo isso se tornar uma porcaria. Hoje o SPFC demite sua super-comissão, tenta reeleição na canetada, está sem grana, jogará o torneio que desmereceu, não tem um timaço e o técnico não é um top de linha.
Aí cabe a pergunta que adoro fazer ao torcedor: Será que eles são tão ruins quanto aparenta agora ou eles não eram tão bons assim?
Claro que é natural do torcedor não enxergar nada quando o time ganha. Logo, de 2005 até o final de 2009, onde por 2 pontos o SPFC não foi tetracampeão nacional, ninguém viu nada de errado.
Corneteiros como eu ousavam apontar um probleminha ou outro. Mas de leve, porque é proibido falar de time que ganha.
Tanto é que Mustafa, Dualib, Eurico e Petraglia eram os comandantes nos anos dourados de seus respectivos. Será que os canecos não escondiam nada?
Porque a comissão técnica permanente do SPFC começou a ser questionada quando perdeu? Não era ela que dava suporte aos técnicos que lá estiveram? Ela não fazia do SPFC “diferente”?
O time que melhor contratava, pois tinha Milton Cruz – o gênio – agora é o que joga dinheiro pela janela com reforços.
E aí? O cara é Deus ou uma tragédia?
E a preparação física que agora usaram “agenda” da seleção pra mexer. Mentira. O Carlinhos está pra ser demitido ha meses no clube. Eles queriam argumento, acharam.
Eles acham que algumas pessoas estão “acomodadas” no clube. O que é um belíssimo argumento quando não se quer ver que você também está.
Afinal de contas, sejamos práticos, o Juvenal era ótimo, agora é questionável. O Leco, questionável, deve ser o candidato da situação.
Marco Aurélio, ídolo dos torcida, hoje não faz quase nada no clube.
Enfim, ficou claro agora que quando o time faz 1×0 no campo não significa que tudo no clube é perfeito e deve ser eternizado?
Está mais claro pra alguns o que eu queria dizer quando, campeão, colocava que as coisas não iam bem no caminho arrogante escolhido pelo clube para seguir vencendo?
Vai sair o preparador, o técnico, o meia, o lateral, o fisioterapeuta…. mas os caras que de fato mandam no clube ficarão. Se eternizando, como fizeram Dualib, Mustafa e Eurico. Como hoje faz Juvenal e sua turma.
Não são ruins. Mas não podem ser eternos.
Não são geniais, mas tendem a  acreditar que são.
O SPFC comete o mesmo erro de todo clube grande quando vive uma fase de glórias.  Aliás, talvez por isso todos eles vivam de trechos de sua história e não de uma continua liderança de status.
Eles ganham 5 titulos, vivem anos dourados, a torcida acha que os caras são salvadores da pátria. Eles deitam em cima da glória, fazem um monte de besteira, dá errado, culpam os contratados, insistem no erro e deixam o time esperando 10, 15 anos pra ter outra fase vitoriosa.
Porque será?
Adianta mudar tanto o que ontem era tido como “exemplo” e manter aquilo que qualquer pessoa normal saiba que não é exemplar, que é a diretoria de um clube brasileiro?
Seja ele qual for. O SPFC é só “mais um” deles. Apesar de ter feito sua torcida acreditar que torce pro Manchester…
Administrador sério nenhum larga sua vida pessoal e seus negócios para ficar num clube 24h por dia com pepino pra resolver a troco de nada. Isso é utopia.
Os que fazem, saem logo.  Os que reclamam e ficam são os que fazem “bom” uso. Ou pela fama, que pra muitos é mais que dinheiro, ou pelas portas abertas que o cargo dá.
Vamos reformular, Tricolor!
Que tal começando por cima?

Você é o Melhor do Mundo, não pode parar de ganhar...

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Um ano perdido?

Claro que para os mais apaixonados ano sem título significa ano perdido. O que é uma tremenda bobagem, considerando que ninguém ganha 1 título por ano no Brasil. Se não tem canecos, ficam felizes com a vaga na Libertadores, algo que o SPFC consegue desde 2003.

Desta vez não deu. Nem mesmo os pontos corridos e sua disputa por Reffis, CT, salários e elencos fortes foi capaz de colocar o Tricolor dentro. Assim sendo, pra muitos soa como tragédia. A mim, como uma renovação natural.
Das 50 Libertadores o SPFC jogou umas 15. Ou seja, não é normal que ele esteja lá. O que aconteceu nos últimos anos é ANORMAL e não a regra.
A normalidade do futebol brasileiro é ver os grandes se alternando lá em cima. Com os pontos corridos, campeonatinho de estrutura, prêmio SEBRAE de melhor empresa e não de futebol, a coisa tende a ficar mais centralizada em alguns clubes.
SPFC, Cruzeiro, Inter e Santos, não a toa, costumam se dar bem desde então. São menos bagunçados que a maioria, logo, levam alguma vantagem nesse tipo de campeonato.
O ano de 2010 pode não ter sido maravilhoso, e não foi mesmo. Mas se comparado a 2009 e até 2008, dá pra ver algo positivo nele.
Em 2008 o SPFC teve um ano de futebol sofrível. Levou o Brasileirão jogando uma bola de dar dó, mas, os outros eram ainda piores. Aquele título acabou atrasando a renovação natural de um elenco, uma direção, uma comissão técnica, enfim, tudo que envolve um grande time.
Era nítido que “não estava tudo bem”, mas o título camuflou o desgaste do técnico com o elenco, do elenco entre si, aumentou a empáfia da diretoria e deixou o torcedor, que já se achava imbativel, com a certeza disso. Essa combinação não costuma dar certo.
2009 veio pra dar continuidade a teoria mais simples do mundo. Em todo torneio de mata-mata, onde o FUTEBOL é mais relevante do que a estrutura, fiascos. Nos pontos corridos, mesmo com um técnico de péssima qualidade, ficou a 2 pontinhos do título. Ou seja, é a fórmula, é a estrutura, não o futebol.
O futebol do Tricolor cai a cada ano desde 2005. Atualmente encontra-se em nível quase abaixo do aceitável. Mas, enquanto vencer jogos, ninguém vai questionar. Agora que passou a não vencer com um gol de bola parada, todo mundo enxerga o que era igualzinho desde 2007.
O problema é que em 2007, 2008 e 2009, não houve renovação. Muricy travou o clube nos mesmos reservas e não fez uso da base. Isso quebra o ritmo normal de um time que tenta se manter vencedor.
Você vende o Zezinho, surge o Pedrinho. SE não surge Pedrinho, você tem que COMPRAR Pedrinhos. E aí, a grana fica mais curta, a coisa aperta e não sobra pra ter 4 Pedrinhos.
Em 2010, com ou sem Zezinhos, surgiram Pedrinhos.
Lucas, Lucas Gaucho, Casemiro, Diogo, Mazola, Henrique, Zé Vitor, entre outros emprestados que também fizeram sua parte fora do clube. Se não é a safra do Santos 2010, pelo menos é uma safra, coisa que simplesmente não existia até a saida do Muricy.
E por favor… não confundam. Não estou postando criticas ao Muricy. É filosofia do cara, gostem ou não. Ele não gosta de jogador jovem. Prefere improvisar do que lançar. É dele, respeito, não gosto, mas é fato.
Em 2010 o SPFC conseguiu descansar.
Teve um segundo semestre onde não disputou nada. Fingiu que ia, não foi. E nem poderia ir, mesmo tendo chegado perto. Este time não merece vaga em Libertadores porque não jogou bola pra isso.
Agora tem técnico novo, uma safra de garotos, alguns consagrados que ficam, outros desgastados que saem.
Pra isso, nada melhor do que a Copa do Brasil. Lá, a pressão é menor. E não se engane: Ela não é menos difícil que a Libertadores. Vale menos, mas não é tecnicamente mais fácil.
Até porque, a Libertadores hoje em dia é um Brasileirão de 5 times e um que aparece forte por ai. A Copa do Brasil tem 8 grandes Brasileiros.
O futebol sulamericano está falido. Infelizmente.
As Libertadores em sequência nunca deram ao SP o direito de respirar. Todo ano era aquele papo “A Libertadores é o foco”, e nessa perdiam meio ano. Quando caia, tinha que “salvar o ano” e focava no Brasileirão.
Não sobe nada, não renova nada, não limpa elenco e a pressão é sempre gigante.
Agora, em paz, o SPFC terá que aguentar apenas aquela parcela da sua torcida que nasceu ontem e que acha que torce pro Manchester. Tirando esses, que juram ter que ver titulo todo ano e que acham impossível o SP “fora da Libertadores”, é fácil contornar uma temporada de “recomeços”.
Uma comissão técnica nova, um time novo, garotos subindo, uma eleição em abril. Enfim, o SPFC vai mudar. E já era hora.
Se 2010 não deixou canecos no Morumbi, deixou perspectiva.
Em 2011 o time tentará um título que não tem, e que só é menosprezado pela sua torcida porque nunca venceu. A Copa do Brasil vale pra cacete! É um puta campeonato, e quando (ou se) ganharem, vão entender o que estou falando.
Terá meses pra testar garotos, formar um time, dispensar os que não querem mais nada e trazer outros nomes.
Pode mudar a diretoria, pode mudar parte dos arrogantes que hoje respondem pelo clube sem ter noção do que representam.
O SPFC de 1992/93 levou 11 anos pra se arrumar. Simplesmente porque não teve paz, teve Morumbi em reforma, etc.
As coisas não são fáceis. Tem Morumbi de novo, um time sendo reformulado e em breve a referência do grupo vai se aposentar, queiram ou não.
Um novo SPFC não será construído na base da pressão e da correria.
Portanto, aconteça o que acontecer, é parte do processo natural.
O “diferente” foi se manter 4 anos no topo. É assim pra todos, inclusive pro São Paulo.

Os melhores (e piores) do Brasileirão


Vamos a votação final. Falta 1 rodada e após 37 nada deve ser suficientemente determinante ao ponto de mudar o voto de alguém.
Vamos começar pelos melhores, com uma eleição bem parecida com a que todos fazem. 11 titulares, um treinador e a revelação.
Melhor técnico:
1º) Cuca
2º) Renato Gaúcho
3º) Joel Santana
Voto no time que jogou um futebol mais agradável e num cara que, se tivesse assumido antes, provavelmente seria campeão com alguma folga, conforme mostra a tabela. Mas, o “se” não serve. Cuca fez um belo trabalho mesmo assim.
Muricy fez seu time jogar menos do que todos esperavam. Com os desfalques, verdade. Mas… não posso analisar pelo que “poderia ser”. Renato foi espetacular no Grêmio, e Joel, pelo time que tinha, cheio de desfalques o ano todo, conseguiu uma regularidade  e um resultado acima do esperado.
Melhor jogador:
1º) Conca*
2º) Elias
3º) Jonas
4º) Neymar
Porque eu escolhi 4? Porque o primeiro é argentino. Assim sendo, ele fica lá para registro mas não leva o troféu. O IPD (Índice Perronistico de Desempenho) desconsidera qualquer cidadão nascido “lá” para o termo “melhor”.
A seleção do Brasileirão:
1) Jefferson- Grande temporada.
2) Mariano – Grande fase. Incontestável em 2010.
3) Dedé – O garoto salvou a defesa do Vasco de afundar o time no campeonato.
4)  Chicão – O capitão alvi negro é muito regular.
5) Fabrício – Importantissimo para o Cruzeiro. Amadureceu muito.
6) Roberto Carlos – Até hoje, sobra pra maioria.
7) Elias – Melhor volante do campeonato.
8) Montillo – Bom meia, apesar de não ter sido decisivo.
9) Jonas – Artilheiro do campeonato
10 ) Conca – Puta temporada! Sem mais.
11) Neymar – Mesmo com o time de férias, desequilibrou.
Revelação do Brasileirão:
Vou votar diferente. Ao invés de um só, vou citar nomes que eu não conhecia tão bem e me agradaram.
Paulão, zagueiro do Grêmio
Bruno Cesar, Corinthians (esqueci dele quando fiz o post)
Lucas, meia do SPFC
Dedé, zagueiro do Vasco
Neto, goleiro do CAP

Os piores do Brasileirão 2010

Pior técnico:
1º) Luxemburgo
2º) Silas
3º) Baresi
O Luxa viveu seu pior ano. Mal no Galo e apenas razoável no Fla, apesar de ser cedo pra julga-lo. Silas desmontou toda fama que criou no Avaí. E o Baresi, que chegou falando que tinha moral pro cargo, só fez bobagem.
Pior jogador:
Este prêmio na verdade é pra maior decepção. O pior jogador seria alguém que nem conhecemos bem. Então, vai pros mais famosos.
1º) Cleber Santana
2º) Kleberson
3º) Washington
O primeiro e o segundo não foram notados. Mesmo tendo chances em grandes clubes, conseguiram ser nulos. O terceiro saiu do SPFC porque não acertava o gol. Chegou no Flu, fez alguns, parou e não acerta nem chute sem goleiro atualmente. Que fase…
O pior time do Brasileirão:
1º) Prudente – Não precisa voltar mais. Obrigado.
2º) Goiás – Quem contrata o Leão não sabe bem o que quer.
3º) Flamengo – O campeão nacional não pode ter um ano desses…