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domingo, 28 de novembro de 2010

Gamback Mountain "é corinthians"


Nosso amigo João Paulo Garschagen gravou essa cena no treino do Corinthians. Bruno César e Dentinho são os protagonistas dessa história de amor do Cine Bola nas Costas:

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Sem Libertadores, São Paulo terá que enxugar 15% do orçamento

São Paulo terá de reduzir orçamento em R$ 30 milhões

Clube precisará enxugar em 15% os gastos para a próxima temporada e promete um projeto de marketing especial para a Copa do Brasil


A fraca campanha no Campeonato Brasileiro não passou impune. Após sete participações consecutivas na Taça Libertadores da América, o São Paulo voltará a disputar a Copa do Brasil em 2011. E, sem as atrativas cotas e bilheterias que a competição sul-americana proporciona, o jeito vai ser atacar em duas frentes para manter as contas em dia e ainda formar um elenco forte. Por um lado, a ideia é enxugar o orçamento. Ao mesmo tempo, será lançado um projeto de marketing voltado para a Copa do Brasil, cujo título é inédito no Morumbi.
Cruzeiro x São Paulo 2000
Em 2000, o Tricolor de Marcelinho Paraíba perdeu a decisão da Copa do Brasil para o Cruzeiro de Marcos Paulo. Foi a melhor campanha da equipe no segundo torneio mais importante do país (Foto: Agência Lance)
 
O diretor financeiro Osvaldo Vieira de Abreu avisou que o São Paulo terá 15% a menos para gastar em 2011. Como na atual temporada o orçamento foi de R$ 200 milhões, isso significa um corte de R$ 30 milhões. Vale lembrar que, do valor total, 60% são destinados para o futebol.
- Esse valor é uma estimativa de acordo com os números da atual temporada. Na Libertadores de 2010, somando cotas dos jogos, publicidade estática e bilheteria, o clube arrecadou R$ 14,8 milhões. A nossa eliminação na semifinal para o Internacional fez com o que São Paulo deixasse de arrecadar entre R$ 12 milhões e R$ 14 milhões, incluindo aí a bilheteria da decisão, a premiação dada ao campeão e a cota de participação no Mundial de Clubes da Fifa - afirmou o dirigente tricolor.
 
E como o clube fará para montar um time forte na próxima temporada se as receitas vão diminuir? Com a palavra, o diretor de futebol, João Paulo de Jesus Lopes:
- O nosso torcedor gosta muito da Libertadores, mas é preciso lembrar que o São Paulo só fatura bastante porque tem estádio próprio e consegue bilheterias substanciais. Em termos de cotas de TV e publicidade, por exemplo, ganhamos mais dinheiro com o Campeonato Paulista do que com a Libertadores. Mas posso assegurar ao torcedor que vamos investir forte, como sempre fizemos. A diferença, como o nosso treinador disse, é que já existe uma base, o que certamente implicará em uma quantidade menor de contratações.
Uma peça importante dessa engrenagem para 2011 será o marketing, que montará um projeto totalmente voltado para a Copa do Brasil.
- A Copa do Brasil é o único título que nos falta. Até por isso será especial voltar a disputá-la. Vamos focar todos os nossos esforços nessa competição, e tenho certeza de que vamos conseguir mexer com o nosso torcedor para conseguir grandes bilheterias. Além disso, vamos visitar lugares que há tempo não visitamos e, com a ajuda de parceiros e embaixadas do São Paulo, vamos transformar os nossos jogos em eventos locais. Teremos lojas itinerantes e outras ações grandiosas - afirmou o vice de futebol, Julio Casares.
O dirigente, no entanto, sabe que o início não será fácil, já que o torcedor são-paulino se acostumou a ver o time na Libertadores.
- Vamos ter de transformar limão em limonada. O torcedor precisa mudar seu pensamento sobre a Copa do Brasil. Até porque quem ganha tem muito mais tempo para planejar a Libertadores do ano seguinte. Veja o exemplo do Santos neste ano - lembrou o vice de marketing, Julio Casares.
Globo Esporte

terça-feira, 23 de novembro de 2010

As frangas culpa Adilson Batista

É impressionante a raiva que parte dos cartolas do Corinthians demonstra ter de Adilson Batista. Para esses dirigentes, se o time não for campeão brasileiro, a responsabilidade será toda do ex-treinador.
A bronca é tanta que alguns se transformam numa metralhadora de palavrões ao falar sobre o ex-técnico. Dá vontade de desligar o telefone para não ouvir tanto xingamento. E tem até aliado histórico de Andrés Sanchez culpando o presidente por ter contratado Adilson. A perda do título traria mais problemas políticos para ele, que já sofre com algumas divisões em sua diretoria.
 O curioso é o pecado que  o ex-treinador  teria cometido: ser ofensivo. Nas palavras de um desses cartolas, que já considera o caneco perdido, o Corinthians não vai ser campeão porque quando fazia 1 a 0, Adilson queria ganhar de cinco. Não fechava o time e acabava sofrendo gols.
Mas em Salvador, com Tite, o Corinthians não fez 1 a 0, tratou de se proteger e deixou os três pontos escaparem do mesmo jeito?
O inusitado  nessa história é que um dos principais clubes do Brasil, país acostumado a ter o futebol mais ofensivo do mundo, culpa a ofensividade por seus tropeços. Jogar para frente virou defeito, pecado mortal. E Adilson está longe de ser considerado o rei do futebol ofensivo.
Discordo que a culpa seja exclusivamente do ex-técnico. Diretoria e jogadores também erram na era Mano Menezes e na gestão de Adilson. Contra o Vitória, o Corinthians teve chances de matar o jogo e não o fez. Agora precisa vencer suas duas últimas partidas antes de poder distribuir cotas de culpa por um eventual fracasso.
Perrone

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Aniversariante, Jorge 17/11/2010

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O meia Jorge Wagner comemorou aniversário nesta quarta-feira, mas está com sentimentos diferentes ao mesmo tempo. Enquanto completa 32 anos, quatro deles vividos no Tricolor, e celebra com os companheiros, ele também já pensa no fim de seu ciclo pelo clube. Com transferência acertada para o Kashiwa Reysol, do Japão, em janeiro de 2011, ele jogará suas três últimas partidas nesta reta final de Campeonato Brasileiro.

Em tom de despedida, ele aproveitou a data comemorativa para falar de seu carinho pelo São Paulo. Também nesta quarta, seu filho Antônio Jorge completou 5 anos de idade. A celebração foi dupla para o meia, que já pensa nas dificuldades que terá ao se despedir do clube. Sempre, claro, considerando um retorno no futuro.

- Foram quatro anos aqui no São Paulo e fui bem recebido e acolhido desde o primeiro minuto. Mas meu ciclo está acabando, e vou embora de coração partido. Já vou começar a me despedir dos amigos do clube, da imprensa, do time, do pessoal aqui. Será muito difícil para mim, pois foram ótimos momentos. Só tenho a agradecer, e espero voltar um dia - afirmou o camisa 7.

Ele chegou ao São Paulo no começo de 2007 e conquistou dois Brasileiros pelo clube, sendo peça importante tanto no meio-de-campo, quanto na lateral. Jorge Wagner tem 208 partidas e 22 gols com a camisa tricolor. O carinho dos companheiros foi comprovado após a ovada que o jogador recebeu. Richarlyson puxou a fila, e outros jogadores foram responsáveis por dar um banho de farinha e ovos em Jorge, que levou a brincadeira na esportiva.

- Não teve como escapar, não. Mas é tudo na boa, é dia bom para comemorar. Só queria estar disputando mais um título brasileiro, aí seria ainda melhor - destacou Jorge Wagner.

Antes de pensar no Japão, ele quer fazer seu melhor nos jogos finais pelo São Paulo. Jorge pretende encerrar bem um ciclo vitorioso no clube do Morumbi.

- Hoje completo 32 anos e estou muito feliz. Ganhei dois titulos brasileiros, tenho o carinho da torcida. É disso que vou sentir mais falta. Mas ainda vou viver esses últimos jogos com toda a dedicação - garantiu o meia.